Priscilla Alcântara é processada por fã que afirma ter sido enganada pela cantora

Priscilla Alcântara é processada por fã que afirma ter sido enganada pela cantora. A cantora gospel Pricilla Acântara, muito conhecida no meio evangélico e secular, também pelas polêmicas, esta sendo processada após premiar uma adolescente de Cuiabá e não entregar o objeto.

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A decisão foi proferida nesta sexta-feira (6), pelo juiz Émerson Luís Pereira Cajango, da Quarta Vara Civil de Cuiabá. O magistrado ,deu um prazo de dez dias para que a defesa da adolescente E. J. se manifeste sobre carta precatória devolvida, referente a um processo movido contra a cantora gospel Priscilla Alcântara. 

No ano passado, especificamente no dia 5 de dezembro passado, o juiz indeferiu pedido de tutela de evidência em pedido de indenização por danos morais e materiais contra a cantora e duas agências. Em 2017 Priscilla e a agência promoveram o sorteio de um aparelho de celular iPhone 8, e a ganhadora adolescente E.J., foi sorteada, mas não recebeu o prêmio. 

A adolescente E.J. entrou com pedido de indenização por danos morais e materiais com pedido de tutela contra a cantora gospel Priscilla Alcântara e as empresas UP Publicidade e Roteiro Vip. Ela alegou que as requeridas promoveram o sorteio de um aparelho celular (o mais moderno na época da ação, em 2017), por meio do aplicativo Instagram, com o intuito de aumentar a venda de ingressos do show da cantora. 

Segundo o portal de notícias gospel local E. J. relatou que para fazer parte do sorteio, a participante deveria compartilhar o Instagram da cantora com todos os seus contatos, curtir várias publicações de patrocinadores, seguir o perfil de algumas pessoas e divulgar a venda de ingressos. O sorteio do prêmio ocorreu no dia 22/09/2017, tendo a autora como ganhadora.

Na época, ela entrou em contato com a Roteiro Vip, responsável pelo envio, e forneceu todos os documentos e dados necessários para a entrega do prêmio. Contudo, as requeridas nunca o enviaram, mesmo após o decurso do prazo de mais de um ano.

Assim, em sede de tutela de evidência, ela pediu que as requeridas façam a entrega imediata de um iPhone 10 ou o mais atual no mercado, conforme prometido, bem como que retirem a imagem da adolescente de todos os sites, redes sociais ou qualquer outro meio de comunicação em que ela esteja sendo usada para fins comerciais sem sua autorização.

Na decisão, o juiz Émerson Luís Pereira Cajango disse que o pedido liminar da autora não “se amolda em nenhuma das hipóteses elencadas, portanto, não havendo falar em deferimento do pedido de tutela de evidência, já que o inciso II exige além prova documental, que haja tese firmada em julgamento de casos repetitivos ou em súmula vinculante, o que não é o caso”, justificou, para não conceder o pedido liminar.

“Ante o exposto, indefiro a Antecipação dos Efeitos da Tutela Provisória de Evidência, por ausência dos requisitos legais”.

Com informações: Acesse Notícias

 

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