Reestruturação mundial não afeta operações no Brasil, segundo WeWork

Com cerca de 30% da força de trabalho do WeWork pelo mundo ameaçada de demissão como parte dos planos de reestruturação, a empresa afirmou que o Brasil, por enquanto, não será afetado pelas mudanças. As demissões atingiriam cerca de 4 mil dos 14 mil funcionários do coworking no mundo.

“A WeWork informa que continua a operar normalmente as unidades no Brasil sem nenhum tipo de alteração,” disse em nota a Época NEGÓCIOS.

Segundo o site oficial, a empresa tem em São Paulo 23 espaços comerciais abertos, prestes a abrir ou anunciados.

Esta semana, o SoftBank anunciou financiamento de U$9,5 bilhões para controlar 80% do WeWork. O pacote de resgate inclui US$5 bilhões em novos investimentos. Marcelo Claure, COO do SoftBank, foi anunciado como presidente executivo do conselho de administração do WeWork.

O primeiro passo, diz a empresa, é subir a taxa de ocupação dos seus espaços comerciais espalhados pelo mundo para além de 90%. Como o foco anterior era focado na expansão global, a taxa ficou abaixo dos 80%.

“Sim, haverá demissões – não sei quantas — e sim, teremos que acertar o tamanho do negócio para atingir fluxo de caixa positivo e lucratividade,” disse Claure em memorando para os funcionários. “Mas prometo que aqueles que nos deixarem serão tratados com respeito, dignidade e justiça.”

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