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Replay chega com exclusividade no verão da Bilbao.

Guardei do mestre Florisvaldo Mattos, em um dos seus momentos de desfiar poesia, esses poemas que ele um dia me mandou e os reservei para um momento especial como agora o da Flica, que começou na quinta e termina neste domingo, 27 de outubro. Flori conta ter sido alertado pelo baiano Paulo Martins para o poeta capixaba Gilson Soares, pouco conhecido na Bahia, cujos versos “embora lavrados em elocução claramente de poesia moderna, deixa transparecer ecos da estética simbolista ao conferir à pedra a condição de ente que destila humanidade em doses de sofrimento”. E aproveita para citar o simbolista baiano Pedro Kilkerry (1885-1917), além disso ele próprio nos brinda com um belo soneto. Esta coluna vai para os leitores de sempre e em especial para os poetas baianos, que são tantos e tão ricos. Carlos Navarro Filho

A coluna tem a satisfação de apresentar aos leitores uma nova escritora e poetisa baiana, a talentosa Carolina Freitas, que faz poesia em versos e quando escreve prosa, como vemos nesses microcontos por ela selecionados. A própria Carol se entende uma viajante ao redor das palavras e no seu texto inquieto, direto, intrigante, voluptuoso e fácil de ler, ela se mostra questionadora, guardando um tanto de força e garra femininas, feministas, garra da mulher. Leia, você vai gostar. Carlos Navarro Filho

Legião Urbana é um grupo que marcou uma geração nos anos 1980 e ainda consegue passar mensagens importantes nos dias de hoje, já que suas músicas são atemporais e conversam com os acontecimentos da atualidade. A banda encerra em Salvador, neste domingo (27), sua turnê de 30 anos dos álbuns “Dois” e “Que País é Este?”, lançados, respectivamente, em 1986 e 1987. Com músicas como “Faroeste Caboclo”, “Índios”, “Tempo Perdido” e “Eduardo e Mônica”, Dado Villa-Lobos (guitarra) e Marcelo Bonfá (bateria) se juntam a André Frateschi no vocal, à guitarra e violão de Lucas Vasconcellos, aos teclados e programações de Roberto Pollo e ao baixo de Mauro Berman para se apresentar na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, às 19h. “Salvador tem um astral muito específico, é muito Salvador, é muito bom chegar aí, e espero que isso que eu estou mentalizando aconteça tudo de novo, porque é uma experiência muito boa!”, destaca Dado Villa-Lobos ao Bahia Notícias. Apesar de estar feliz com a resposta do público em relação ao show e de voltar mais consciência ao palco para tocar as músicas dos dois álbuns, o guitarrista confessou ficar triste por interpretar “Que País é Este?”, já que é uma canção que vem sendo utilizada por manifestações de diferentes vertentes aqui no Brasil. Um exemplo é a utilização pela extrema direita ao buscar uma ruptura da democracia. “Eu sinceramente acho patético, enfim, eu fico muito triste até de cantar essa música, porque já deu. Mas a extrema direita com seu discurso homofóbico, extremamente violento, partidário e exclusivista, não tem valor pra mim. Quer dizer, não tem nada a dizer, esses caras só pensam em gerar notícias, e notícias sem argumentos, não há mais argumentos, como: ‘vamos buscar então um argumento, canta aí Que País é Este?’, entende? Porque ali não existe ideia e argumentação válida que diga e fale pra pessoas esclarecidas. É triste. Estamos vivendo momentos estranhos, no mundo todo”.  Na entrevista, o artista ainda fez uma análise sobre a atemporalidade da Legião, o amadurecimento do grupo com o passar dos anos e ainda deu esperanças aos fãs sobre uma nova turnê para celebrar o álbum “As Quatro Estações (1989)”. “É um disco que tem uma força muito grande pra gente, foi o começo de um novo ciclo da Legião […] ele abriu novas portas, novas percepções musicais, então a ideia seria fazer”. 

Reunidos e com álbum recém lançado, os Jonas Brothers vão se apresentar no Brasil no ano que vem. A passagem pelo país está prevista para acontecer em novembro de 2020, na segunda parte da turnê do disco “Happiness Begins”.

 

 

O Mercado do Rio Vermelho – Ceasinha realizará no próximo sábado, dia 26, das 7h às 17h, um dia de degustação nos boxes que já trabalham com a mandioca, e estarão sinalizando a presença de destaque dessa poderosa raiz.

O espetáculo, “Diga quem é você”, do projeto ‘Aprendiz em Cena’, retrata através de encenações a visão de mundo dos cursistas, a marginalização da juventude nas periferias, o assassinato nas comunidades, além de abordar temas como racismo, abuso sexual e homofobia. O encerramento do primeiro módulo do projeto no Mercado Iaô, na Ribeira, contou com a apresentação da mostra artística e deu a oportunidade aos jovens de mostrarem o resultado do trabalho desenvolvido ao longo de quase seis meses de curso. 

A mosca caiu na sopa e continua incomodando a vaidade de Paulo Coelho. Mais de 30 anos depois que se picou da Terra e mesmo assim com um sucesso crescente, extrapolando fronteiras tupiniquins sem truques de marketing, Raul Seixas não é digerido pelo seu “inimigo cordial”.

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