JOGOS UNIVERSITÁRIOS CHEGAM AO FIM E DEIXAM ATLETAS COM SAUDADES

Em uma fase ruim no Campeonato Brasileiro, o Bahia ainda lamenta o revés para o Internacional por 3 a 2 no último sábado (26), em plena Arena Fonte Nova. A derrota gerou mais críticas e questionamentos ao clube, que agora vê o G-6 da competição com uma distância ainda maior.

O Vitória venceu a Ponte Preta por 2 a 1, neste domingo (27), no Moisés Lucarelli. O atacante Felipe Garcia, autor de uma assistência para Jordy Caicedo aos 46 minutos do segundo tempo, celebrou o resultado positivo.O time jogou com um atleta a menos desde aos 28 da etapa inicial, quando Léo Gomes foi expulso.

Quando perguntado sobre o seu time do coração, Gregore é taxativo: “Sou Bahia”. Identificado com o clube e muito querido pela torcida, o jogador de 25 anos, visto como um dos melhores volantes do Campeonato Brasileiro, tem um coração azul, vermelho e branco, mas que tem um tantinho de verde e amarelo. Vestir a camisa da Seleção Brasileira é um sonho para ele, que não escondeu o seu desejo em entrevista ao Bahia Notícias. “É um foco que tenho na minha carreira. Todo jogador quer chegar na seleção, mas quero viver o dia a dia. Eu quero ainda mais esse sonho. Se eu continuar evoluindo, vou conseguir”, declarou. Gregore não sonha sozinho. Em algumas entrevistas, o técnico Roger Machado já credenciou o marcador a uma convocação para a equipe nacional, citando que o jogador é um “ladrão de bolas”, “protetor da defesa”, “muito combativo” e que lidera as estatísticas de sua função. Com 61 desarmes em 19 partidas disputadas, Gregore é um dos pilares da atual fase do Bahia, que hoje briga por uma vaga na Copa Libertadores. Mas o bom momento não ilude o atleta, que crê que o time pode fazer ainda mais. “Hoje o nosso time toma poucos gols. Se a gente quer conquistar coisas grandes, tem que manter assim. Se a gente toma pouco gol, nosso ataque tem condição de fazer. No nosso grupo, quem está entrando, o nível segue o mesmo. É parabenizar o grupo, mas ainda temos muito o que fazer nesse ano”, indicou.

Hoje é comemorado em todo o mundo o Dia do Jipeiro. Não em função de um acontecimento marcante, mas apenas por conta da coincidência da data: 4 de abril, ou 4/4, em referência à tração nas quatro rodas. A homenagem já se tornou até lei em alguns estados brasileiros, a exemplo de São Paulo. Mas por qual razão o jipeiro, que não é santo ou profissão, merece ter um dia só para ele? O Boletim 4×4 vai tentar responder para você que tem curiosidade ou pretende ingressar nesse universo. 

Com o objetivo de combater a retirada ilegal de areia e o descarte irregular de lixo e entulho, a Prefeitura de Camaçari decidiu fechar o cerco para proteger as dunas de Jauá. A medida, no entanto, deixa em alerta também os adeptos do 4×4. O Boletim 4×4 explica como será a fiscalização e as medidas adotadas pelo município, que serão intensificadas a partir dessa semana. Entre essas medidas está o fechamento do acesso direto às dunas na Via Parque, após os condomínios particulares. “Nosso alvo são os caçambeiros que cometem crimes ambientais”, disse o subprefeito da Orla de Camaçari, Oswaldo Marcolino Filho.

Próximo de anunciar a Kappa como sua nova fornecedora esportiva, o Vitória vai lançar uma camisa oficial com um preço mais acessível. A ideia inicial é que a vestimenta custe R$ 100, segundo apuração da Coluna de Chapa, do Bahia Notícias.  Na negociação com a Kappa, Ricardo David, presidente do clube, pediu a inclusão da “linha popular”.

A Unirb (Faculdade Regional da Bahia) se filiou a Federação Bahiana de Futebol (FBF) e é a mais nova agremiação esportiva do estado. A Coluna De Chapa, do Bahia Notícias, apurou que a entidade pretende disputar a Série B do Campeonato Baiano já em 2019. Além disso, o clube irá montar categorias de divisões de base. A sede da equipe será em Mata de São João.

A saída de Glenda Kozlowski da TV Globo começou a ser desenhada após a apresentadora ter recusado no final do ano passado o convite de narrar a Copa do Mundo Feminina 2019. De acordo com o colunista Cosme Rímoli, do site R7, a cúpula da Vênus Platinada não gostou da negativa da agora ex-funcionária. A emissora sonhava em colocar “campo” uma equipe formada apenas por mulheres nas transmissões do torneio, com Glenda narrando, Ana Thaís Matos comentando e Carol Barcellos na reportagem.

 

“As portas da Globo se fecharam para ela quando se recusou a fazer história na emissora”, escreveu Rímoli.

 

Glenda recusou o convite devido ao trauma nos Jogos Olímpicos Rio-2016. Ela narrou algumas participações do Brasil naquele evento e foi bastante criticada pela imprensa e, principalmente, por internautas. “Se não fosse por causa da Rosane Araújo [então editora do Esporte Espetacular] e do Renato Ribeiro [na época diretor da Central Globo de Esportes], eu teria saído da cobertura olímpica”, comentou ela num evento de audiovisual realizado no Rio de Janeiro. “A coisa foi reverberando, fui vendo os meus 27 anos de dedicação ao Esporte jogados fora, indo pro lixo. Eu não tinha coragem de andar no corredor, aquilo me tomou de um jeito que eu andava curvada, só chorava”, completou.

 

Apesar das críticas, ela se recuperou durante as Olimpíadas e recebeu elogios da cúpula da Globo. Porém, os ataques na internet, que nunca tinham acontecido antes, haviam deixado marcas na apresentadora. “Eu não quero fazer futebol, não quero. Falei que não quero porque não é o meu negócio”, disse.

 

Depois do ‘não’, Glenda Kozlowski deixou de receber tratamento especial. Ela deixou a Globo e passou a apresentar o programa “Tá na Área”, do canal fechado SporTV, além de ficar fora dos grandes eventos esportivos.

 

Aos 45 anos, Glenda deixou a Rede Globo nesta última sexta-feira (18), após 23 anos de casa. Segundo a apresentadora, o desligamento foi em comum acordo.

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