Linha aérea para Francisco Beltrão terá impacto em todo o Sudoeste

Publicado: 23/10/2019 às 15h10min | Atualizado 23/10/2019 às 15h12min

O trabalhador rondoniense já sabe que o custo de um enterro está “pela hora da morte”, mas não sabia que essa morte seria tão cara assim. Morrer hoje no Brasil não é tarefa fácil, principalmente para quem fica para pagar o funeral. Em Rondônia, com R$ 1.899 de rendimento médio per capta, de acordo com os mais recentes dados da PNAD, apura-se que seriam necessários 39 dias de trabalho para arcar com os custos médios de um enterro, daqueles bem simples.

 

Dados da ABREDIF (Associação Brasileira de Empresas Funerárias e Administraras de Planos Funerários), mostram que tal custo gira em torno de R$ 2.500,00. Cruzando tal valor com o rendimento médio em cada estado, dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), identificou-se quantos dias de trabalho seriam necessários para arcar com tais despesas.

 

Na segunda parte do estudo, avaliou-se quanto seria necessário investir ao mês para ser possível custear esses valores. Para 5 anos de investimento, com o aporte mensal sendo investido em algum título que renda a taxa básica de juros comparado ao valor médio do enterro sendo inflacionado pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o valor mensal a ser investido seria R$ 41,99. Esse valor se reduz com o tempo: R$ 20,99 para 10 anos, R$ 10,31 para 20 e assim por diante.

 

Confira quanto é preciso investir mensalmente para arcar com os custos médio de um enterro considerando diferentes prazos de investimento:

A partir dessas referências, é possível, por exemplo, realizar comparações com planos funerários, considerando a realidade de sua família. O gráfico com esses números mais detalhados pode ser visualizado no infográfico completo a seguir:

Em estudo realizado pela equipe do site Bons Investimentos, verificou-se quantos dias de trabalho seriam necessários em cada estado do Brasil para arcar com as despesas médias de um enterro, conforme dados da ABREDIF. Utilizando rendimentos médios divulgados pela PNAD6 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) no mês de out/2019 referentes a 2018, constatou-se que são necessários, em média, 39 dias de trabalho para arcar com os custos de um enterro.

Para o estado do Maranhão, porém, a quantidade de dias de trabalho sobe para 64. Mais de dois meses de trabalho para arcar com as despesas. No infográfico interativo abaixo é possível checar os valores referentes a cada uma das unidades federativas. Também parte do estudo mencionado acima, identificou-se o quanto um indivíduo deveria investir por mês para estar preparado para lidar com as despesas de um enterro médio. Para tanto, consideraram-se duas correções de valores: o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) para corrigir o valor de um enterro médio, que registrou a taxa móvel anual de 2,89% a.a. em set/2019, e a Taxa Básica de Juros (Selic), corrigindo o valor do aporte mensal, no valor de 5,5% ao ano.

Com dados do  PNAD e informações da Bom investimentos

 

 

 

 

 

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FINADOS: Quanto custa morrer em Rondônia e nos outros estados

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